sábado, 6 de julho de 2013

Anjos Caídos - Capitulo 17: Até mortos são um perigo

Eu e Mi-cha estávamos andando pela cidade. Enquanto conversava com ela, eu ouvia musica no meu celular. Encontramos várias meninas da nossa escola, todas "amigas" de Mi-cha, mas eu já sabia a verdade.
Uma das meninas: MI-CHA!
Mi-cha: OI!
Revirei os olhos.
Uma das meninas: Meiling.
Eu a ignorei, e ela pareceu não gostar disso.
As duas ficaram conversando por alguns minutos, e durante esse tempo, a outra menina que estava com a amiga de Mi-cha ficava me analisando.
Quando as duas foram embora, pude escutar elas falando mal de Mi-cha. Percebi que ela não escutou, então achei melhor não comentar isso com ela para evitar de receber um sermão.
Quando passamos em frente a uma das lojas, percebi que um garoto que parecia ser apenas alguns anos mais velho, ficou nos observando. Ignorei. 
Durante o resto do passeio, senti como se estivéssemos sendo observadas.



Estávamos no nosso acampamento, sentados formando um circulo. Matthew conversava com Yoko animadamente, sempre divertindo-a, afinal, era uma criança.
Nicholas e Mi-cha conversavam. Percebi que eles ficavam cada vez mais íntimos.
Eu estava sobrando ali, então resolvi dar uma volta ali por perto. Mi-cha e Nicholas foram os únicos que notaram que eu estava indo embora.
Mi-cha: UNNIE! Onde você vai?
Meiling: Não sei.
Respondi sem olhar pra trás. 
Acabei indo para uma parte da floresta não muito longe do acampamento. Fiquei sentada, apenas pensando, e aproveitando o silêncio.
Escutei um barulho vindo das arvores, sabia que não era o vento. Me levante e fiquei pronta para atacar caso alguém indesejado aparecesse. O barulho se repetiu, permaneci em silêncio. Finalmente, o ser que provocava o barulho apareceu, e era apenas um pássaro com a asa machucada. Respirei fundo, e deixei o animal subir no meu dedo. Fiquei sentada no chão, acariciando-o, quando uma voz que eu realmente não queria escutar, tentou puxar papo comigo.
Yoko: Ele está machucado?
Olhei para trás, Yoko estava escondida atrás de uma arvore. Ela parecia ser tímida  Eu não me lembrava de ser assim quando tinha aquela idade. 
Não a respondi, esperando que se aproximasse. 
Ela veio até o pássaro, se sentando na minha frente e começando a mima-lo.
Percebi que ela estava evitando olhar pra mim.
Meiling: Matthew veio junto não veio? Onde ele está?
Ela finalmente me olhou.
Yoko: Ele não veio.
Ela tocou a asa machucada no bicho, e a curou. O animal saiu voando para algum lugar. Fiquei impressionada.
Ela passou a me encarar a partir dai.
Meiling: Yoko... como você morreu?
Percebi que ela não gostou da pergunta, mas não se recusou a responder.
Yoko: No dia que nosso pai nos abandonou aqui... ele nos matou. Mas, o... alias, aquele anjo, chegou a tempo de nos salvar, mas ele não tinha forças suficientes, e acabou salvando apenas você, sem perceber que faltava mais uma parte. Eu sou... a parte que faltava para você ser uma completa abençoada e, aquelas pedras que Matthew pegou... é para nos tornarmos uma só.
Agora eu conseguia entender o porque de tudo isso.
Ela se levantou.
Yoko: MAS EU NÃO VOU DEIXAR ISSO ACONTECER.
O lindo azul do céu mudou de repente para cinza, e um vento muito forte começou. Parecia que iria acontecer um temporal, mas então eu percebi que era Yoko que estava controlando isso.
Yoko: EU NÃO VOU ABRIR MÃO DA MINHA LIBERDADE PARA ME JUNTAR A VOCÊ! NUNCA!
Ela tentou me acertar com um raio, mas eu consegui pular na hora, desviando.
Nick saiu do meio das arvores, rindo.
Nick: Já fazia tempo que não nos víamos, não é Mei?
Eu tentei ataca-lo, mas ele sumiu de repente.
Meiling: NÃO ME CHAME DE MEI. VOCÊ NÃO TEM ESSE DIREITO.
Ele apareceu atrás de mim.
Nick: E você vai fazer o que?
Ele tentou me abraçar, mas Matthew apareceu na hora e o atacou, jogando-o longe.
Matthew: Fique longe dela.
Enquanto isso, vi Mi-cha agarrando a pequena Yoko, tentando imobiliza-la para não causar maiores estragos.
Mi-cha: Como uma menina tão fofa, pode ser ao mesmo tempo uma capetinha?
Queria perguntar da onde eles vieram, mas não era hora pra isso.
Matthew: MEI!
Me virei para escutar o que ele tinha a dizer, e ele me jogou uma faca.
Matthew: MATE-A!
Meiling: O-o que? Mas ela... já não estava morta?
Ele não iria me responder tão cedo, já que Nick o atacou, começando oficialmente uma luta, então Nicholas respondeu.
Nicholas: Mate-a. Rápido!
Meiling: Mas...
Nicholas: VAI!
Eu corri em direção a Yoko e tentei enfiar a faca em seu peito, mas não deu certo. Uma energia surgiu do nada, fazendo uma barreira em volta do corpo da menina, impedindo que algo (como uma faca) a acertasse. Ela começou a rir.
Percebi que na faca, havia uma frase escrita. Era um feitiço obscuro. Por um momento, pensei em executa-lo, mas eu sempre tive medo de feitiços sombrios. Talvez porque eu mal sabia dominar os feitiços "bons"...
Percebi que Mi-cha não ia aguentar segurar a pirralha por muito tempo.
Mi-cha: MEI! RÁPIDO!
Eu resolvi enfrentar o medo.
Meiling: Diabolus venisti. Reversus fueris ad DIABOLUM!
A faca saiu da minha mão por vontade própria, e entrou no peito da menina. Mi-cha a soltou de vez. Yoko morreu na hora. Do seu sangue, saiu uma pedra vermelho rubro, a qual Nicholas pegou.
A luta entre Matthew e Nick parecia estar cada vez mais séria. Vi que a blusa de Matthew estava encharcada de sangue. Fiquei um pouco preocupada.
Nick deu um sorriso sombrio, e tentou me atacar.
Nick: TONDE CAECI!
Eu ia me defender mas, Matthew pulou na minha frente na hora. Agora que ele estava mais perto, pude ver que ele estava realmente muito ferido. 
Ele estava caído no chão, quando Nick se aproximou. Mi-cha ficou em posição de ataque com a sua katana. 
Nick: É Matthew... Você precisa treinar. Azazel vai adorar saber que você está defendendo ela.
Ele deu uma risada sarcástica.
Agora ele olhava pra mim.
Nick: Até... Mei.
Ele sumiu. Não sei para onde foi e nem queria saber, mas fiquei preocupada.
Nicholas me ajudou a levar Matthew até o acampamento, enquanto Mi-cha ficava de olho para garantir que não seriamos atacados de surpresa.
Chegamos no final da tarde. Nicholas ficou de cuidar dos curativos em Matthew. Fui até o rio para relaxar, e Mi-cha veio atrás.
Mi-cha: Unnie... você está bem?
Ela ficou alguns passos atrás de mim. Enquanto eu encarava a água.
Meiling: Estou.
Respondi, enquanto uma lagrima escorria pelo meu rosto.


Estava em casa, jogando videogame com a minha mãe. Sim, ela gostava de videogame, quase tanto quanto eu. Ela tentava substituir meu pai ao máximo possível, mas não dava muito certo. Mesmo assim, ela era minha melhor amiga.
Mãe: HAHAHA!
Matthew: FALA SÉRIO! COMO QUE EU PERDI PRA UMA MULHER? NO MEU JOGO FAVORITO?
Ela se matava de rir, e se ela fosse meu pai ou um dos meus colegas de escola, eu bateria nela.
Mãe: PARECE QUE EU GANHEI UM JOGO NOVO.
Ah sim, era esse o combinado. O perdedor comprava um jogo a escolha do ganhador. Sacanagem pura.
Fomos para a cidade, comprar o tal jogo.
A loja tinha dois andares, o andar de baixo era de eletrônicos  e o andar de cima era apenas de jogos. O paraíso de um gamer.
Enquanto minha mãe se perdia entre as prateleiras, fiquei observando da janela o que acontecia. Vi Meiling e Mi-cha sendo seguidas por Nick.
NICK? PORQUE ELE ESTAVA SEGUINDO-AS?


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sábado, 29 de junho de 2013

Aviso


Boa tarde! Estou aqui para avisar, que neste fim de semana não haverá um novo capitulo de Anjos Caídos, e nem no próximo.
Neste fim de semana, não postarei por causa do meu pulso. Estou usando um negócio* para imobilizar, e terei que ficar usando por dez dias, e isso atrapalha MUITO para digitar.
No próximo não haverá por que irei REESCREVER o capitulo 16. Eu realmente achei que ficou muito curto e mal feito, então acrescentarei mais detalhes, exatamente como imaginei. Minhas sinceras desculpas.
Atualizado 02/07: Haverá sim um capitulo no próximo fim de semana, já que postei a atualização do capitulo 16 hoje. Tudo voltará ao normal.


domingo, 23 de junho de 2013

[ATUALIZADO] Anjos Caídos - Capitulo 16: Acampamento dois.

Nota: Desculpe por este capitulo estar super pequeno, eu machuquei meu pulso e dói para escrever, mas eu não queria ficar duas semanas sem postar.
Atualização 02/07: Como eu achei que este capitulo estava muito pequeno e não estava bom o suficiente como os outros, eu atualizei. Então, o que estiver sublinhado é a atualização.
Acordei e o jornal já havia voltado. Estavam mostrando os locais das explosões, aparentemente não ouve mais nenhum desde que eu havia dormido. Percebi que os locais continuavam pegando fogo, mas num lugar especifico, formando uma palavra. A repórter começou a falar sobre isso.
Repórter: Uma coisa um pouco estranha está acontecendo. De acordo com os bombeiros, não existe nenhuma maneira de apagar este fogo. Todos os métodos possíveis já foram executados, mas nenhum deu certo. Podemos ver que cada local formou uma letra de uma palavra que não é da nossa linguá. Yoko. É isso?
Me levantei rápido do sofá. Yoko? Cheguei a conclusão que esse nome iria me perseguir, não importando aonde eu estivesse, mesmo eu não sabendo o que ele significava.
Afinal, poderia isso ser coincidência ou não?


Nicholas: Acho que... era um dos servos de Azazel. Vi Mi-cha saindo da barraca de madrugada, e resolvi segui-la. Ela foi para dentro da floresta, não me viu atrás dela. Tinha um cara lá, e quando viu Mi-cha foi até ela. Ele a atacou na hora. Eu a defendi. Acho que deu pra perceber que foi uma grande luta... Poderia ter sido pior.
Meiling: Pior como?
Nicholas: Poderia ter sido o próprio Azazel atacando-a.
Comecei a lembrar do primeiro ataque de Azazel. Mi-cha mudou muito depois daquilo. 
Eu me aproximei dela, que ainda estava desacordada. Respirei fundo e fui até o rio.  Muita coisa estava se passando na minha cabeça. Eu já havia percebido que onde meu pai me abandonou era onde eu estava, naquela floresta.  
Fiquei sentada na beira do rio por uma hora ou um pouco mais. Matthew veio até mim e se sentou ao meu lado.
Matthew: Você está bem?
Meiling: Estou.
Confesso que me achei um pouco grossa ao responder, ele ficou sem jeito.
Matthew: Amanhã nós vamos para um outro acampamento... de anjos malignos.
Eu não precisava pensar duas vezes para discordar totalmente daquilo. Me levantei.
Meiling: Não. NÃO MESMO. VOCÊ TEM ALGUM PROBLEMA? SE ACONTECER ALGUMA COISA, O QUE VAMOS FAZER?  
Matthew: Não vai acontecer nada.
Meiling: CLARO QUE NÃO. ASSIM COMO NÃO ACONTECEU NADA QUANDO FOMOS PARA AQUELE LUGAR COM OS ANJOS PUROS CERTO?
Ele revirou os olhos.
Matthew: Acho que você não vai acreditar, mas anjos malignos se comportam melhor que puros.
Nicholas: Ele tem razão.
Nicholas estava vindo até nós, com Mi-cha, ela parecia estar fraca.
Matthew: Vamos ficar sem o treinamento por hoje. Acho que vocês duas já estarão descansadas o suficiente para irmos amanhã.
Concordamos. 

No dia seguinte:

Saímos depois do meio dia. Era bem mais perto do que o primeiro acampamento que fomos. 
Quando chegamos fiquei surpresa, era totalmente diferente do lugar daquelas anjos puras. 
Todos usavam roupas escuras, e nos encaravam como se fossem nos atacar a qualquer momento. Matthew foi até o rio, enquanto eu, Nicholas e Mi-cha ficamos esperando não muito longe de onde o portal foi aberto. Ele pegou uma pedra totalmente preta. Todos ficaram encarando, até que um dos observadores resolveu reclamar.
Um anjo maligno: O que pensa que está fazendo?
Matthew ignorou.
Um anjo maligno: Eu fiz uma pergunta.
Matthew continuou ignorando, mas dessa vez o anjo que fazia a pergunta tentou ataca-lo pelas costas. Matthew devia saber que isso iria acontecer, pois o jogou na água na mesma hora. Alguns outros que observavam resolveram atacar. Até então, Matthew parecia que iria conseguir dar conta de todos.
Percebi que duas garotas começaram a cochichar, enquanto me encaravam. Resolvi encara-las também.
Meiling: Mi-cha.
Nicholas e Mi-cha se viraram para me encarar.
Meiling: Eu disse Mi-cha, e não Mi-cha e Nicholas.
Ele ficou sem graça e voltou a observar a luta de Matthew.
Meiling: Está vendo aquelas duas garotas nos encarando?
Mi-cha: Sim, porque?
Meiling: O que acha delas?
Mi-cha: Gostei das roupas delas!
Definitivamente, a Mi-cha nunca perderia a sua inocência, não importando o que acontecesse.
Revirei os olhos.
Meiling: Deixa quieto.
Mi-cha sorriu.
Quando olhei novamente, elas não estavam mais lá.
Vi dois vultos correndo em volta de nós três, formando um circulo negro. Eu estava começando a perder o ar, e quando olhei pro lado percebi que Nicholas segurava Mi-cha para não cair, ela estava fraca demais.
Resolvi acabar com aquela palhaçada. Abri minhas asas e sai daquele circulo. Na hora de fazer a curva, uma delas caiu. Eu a ataquei com um feixe de luz, cegando-a temporariamente.
A outra garota foi ajudar a amiga. Quando percebeu que ela estava cega, se levantou e veio em minha direção. Ela disse num sussurro
Menina não cega: Está gostando de brincar de anjo... Yoko?
Yoko... nunca entendi o porque de me chamarem assim.
Ela revelou suas enormes asas negras, mostrando ser um demônio. Ela se preparou para atacar e eu me preparei para me defender, mas ela não me atacou, foi em direção a Matthew. Eu sabia que Matthew não aguentaria lutar com um demônio e mais os outros anjos malignos que continuavam a atacar, então fui atrás dela. O seu ataque quase acertou Matthew, mas meu ataque a jogou longe, fazendo com que ela errasse o alvo.
Percebi que Matthew se virou para olhar pra mim, mas ele não tinha tempo de me ajudar.
Ela se levantou com dificuldade e não perdeu tempo.
Menina não cega: OBSCURUM!
Tudo que estava a minha volta sumiu. Fiquei sozinha numa escuridão profunda. NÃO! Eu não podia cair naquele truque! Era apenas um feitiço! Apenas uma ilusão!
Meiling: SPECULUM LUX!
Vários feixes de luz começaram a sair de minhas asas e olhos. Agora eu estava no ar e estava com dificuldades para me controlar.
Consegui fazer com que a garota desmaiasse. Todos que estavam lutando com Matthew pararam para observar, isso deu tempo suficiente para ele colocar um fim naquela luta totalmente injusta.
Quando eu consegui me recompor, percebi que todos olhavam para mim. Matthew abriu o portal e fomos embora.
Quando todos nós já estávamos fora do portal, finalmente pude dizer
Meiling: Não íamos ter problemas não é?
Ele me ignorou.
Mesmo sendo perto do nosso acampamento, o caminho possuía muitas subidas e descidas. Mi-cha já estava com suas energias recuperadas. Ela e Matthew iam na frente, estavam conversando animadamente, enquanto eu Nicholas ficávamos atrás. Percebi que Nicholas não ficava muito a vontade quando estávamos "a sós", então resolvi quebrar o gelo.
Meiling: Ei, Nicholas.
Ele olhou para mim, não demonstrava alguma emoção.
Nicholas: O que?
Meiling: La naquele acampamento... quando eu chamei Mi-cha... você sabe que eu estava brincando certo?
Nicholas: Sentimento de culpa?
Meiling: O que? Mas é claro que não!
Percebi que ele deu um pequeno sorriso.
Nicholas: Ok, vou fingir que acreditei.
Ele começou a rir, e eu também.
Numa das subidas, acabei escorregando e caindo em cima de Nicholas. Matthew e Mi-cha se viraram para ver o que estava acontecendo. Mi-cha olhava sem entender, enquanto Matthew nos lançava um olhar de desaprovação.
Voltamos ao acampamento agindo como se nada tivesse acontecido. Quando chegamos, Matthew ficou paralisado de repente. Mi-cha olhava pra ele sem entender o que estava acontecendo. Fui um pouco mais pra frente para tentar ver a mesma coisa que ele. Eu não fazia a minima ideia de como reagir. Mi-cha resolveu procurar o que nós dois estávamos olhando, quando ela viu ficou sem reação, como nós. Nicholas não entendia.
Mi-cha: Mei... se você tivesse uns quatro anos, vocês poderiam ser gêmeas.
Era uma menina que realmente aparentava ter seus quatro anos e era muito parecida comigo. Ela segurava uma das pedras que Matthew havia pego.
Menina: Sério? Então eu seria assim se eu pudesse crescer? Ah que droga. Eu não queria ter morrido. Eu seria bonita.
Eu e Mi-cha ficamos com os olhos arregalados.
Matthew finalmente falou algo.
Matthew: Como você nos encontrou... Yoko?
YOKO?


Fiquei horas esperando algo acontecer, quando finalmente colocaram o jornal no ar novamente. Estavam mostrando os locais da explosão, que se juntassem os quatro, formaria a palavra "Yoko". Como Azazel poderia ter feito isso? Matar tantos inocentes apenas para isso.
Minha mãe estava dormindo, então resolvi deixar um bilhete avisando que ia ver Azazel.
Fui o mais rapido que pude.
Matthew: PORQUE? ELES ERAM INOCENTES! PORQUE?
Ele ficou em silencio.
Matthew: QUAL O MOTIVO DE TUDO ISSO? 
Azazel: Não fui eu, Matthew.
Eu não sabia como reagir.


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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Minhas sinceras desculpas.



Me desculpe por não ter postado o capitulo 16 de Anjos Caídos. Por motivos pessoais, eu não consegui escrever nem mesmo um conto rápido, então peço que me perdoem. Juro que neste fim de semana vocês terão o capitulo 16 sem falta!



domingo, 9 de junho de 2013

Anjos Caídos - Capitulo 15: Mas o que aconteceu aqui?

NOTA: Durante o "flashback on" e "flashback off', o itálico representa o que Meiling está vendo, e o "normal" é a ação dela durante a cena.
Devia ser meia noite e meia, e eu estava sentada no sofá da sala assistindo televisão. Estava acompanhando um caso que estava passando ao vivo. 
Vários repórteres estavam pela cidade, procurando filmar ao vivo pelo menos um ataque. 
Os repórteres começaram a conversar sobre os acontecimentos.
Repórter 1: Isto é uma calamidade!
Repórter 2: Está desgraça vai acabar com tudo!
Fiquei surpresa pelo jeito que eles conversavam ao vivo um com o outro. Um terceiro repórter que apenas ficava calado em quanto escutava a conversa dos outros dois, começou a falar.
Repórter 3: Acabei de ser informado que ouve mais uma explosão. Um repórter já está sendo encaminhado para dar informações mais precisas. O local foi o hospital municipal, e parece que teve muitos feridos. Não se sabe se ouve alguma morte. Este é o quarto local a explodir. O primeiro foi uma rodoviária, o segundo uma padaria, e o terceiro foi um mercado. Até agora sabemos que houve onze mortes. Não estão incluídas as possíveis mortes do quarto local, o hospital municipal. De acordo com fontes extremamentes confiaveis, esses ataques estão sendo causados por apenas uma pessoa, mas não há quem consiga descreve-lo.
Repórter 1: Isto é...
Ele não conseguiu terminar a frase, pois o local onde ele estava explodiu. O repórter morreu ao vivo. 
Logo em seguida, o programa saiu do ar. Parecia que os comerciais não terminavam nunca, então coloquei para gravar, caso voltasse. 
Acabei dormindo antes.


Sinceramente, eu estava com vontade de matar Matthew. Eu pensei em procurar voando, mas seria mais difícil encontrar os dois. 
Fiquei surpresa quando Matthew pediu para descansarmos um pouco. Já estávamos andando a mais de uma hora.
Matthew: Meiling...
Me virei.
Meiling: Que foi?
Matthew: Você não está cansada?
Respirei fundo. Sim, eu estava.
Meiling: Não. 
Ele ficou me encarando, como se estivesse esperando eu dizer que estava.
Meiling: É sério. Agora vamos. 
Percebi que ele estava realmente cansado, mas não hesitou em ir.
Tudo ficou escuro. Eu não conseguia enxergar nada, e parecia que a voz de Matthew estava muito distante. Eu senti como se estivesse desmaiada, mas eu ainda estava acordada. 

Matthew: Mei!
Cenas começaram a se formar.

-FLASHBACK ON-
Eu estava assistindo meus pais brigarem. Eu tinha uns três anos. Meu pai bateu na minha mãe, e eu comecei a chorar. Ele ia me bater, mas minha mãe o jogou no chão antes. 
Ele se levantou com raiva, e me puxou pelo braço. Fomos até metade do bosque, eu não sabia para onde ele estava me levando mas, depois de andarmos muito, ele me deu ordens.
Pai: Fique ai e não saia.
Ele foi para algum lugar, e eu fiquei sentada lá.
Resolvi seguir o meu pai. Ele voltou para a cidade, mas não voltou para casa. Ele foi para o seu escritório. Aparentemente ele não podia me ver, já que entrei em sua sala e não fui notada. 
Uma mulher usando um traje um pouco vulgar apareceu do nada. Seu rosto estava coberto por um lenço. 
Mulher: Muito bem. Você fez sua tarefa corretamente.
Eu queria ter ficado para ouvir a conversa, mas não consegui. De alguma maneira, apareci novamente onde meu pai havia me deixado. Era noite, e eu estava encolhida embaixo de uma arvore. Estava chorando. Queria poder me tirar dali, mas não conseguia. Alguém apareceu, eu o reconheci. Era o mesmo que me salvaria no ano seguinte. Fiquei pensando porque eu não lembrei no dia, mas então percebi que ele fez com que eu desmaiasse de vez.
Ele me pegou no colo e levantou voo. Eu abri minhas asas e o segui. Me levou até a minha casa e foi embora.
Fui procurar minha mãe. As coisas do meu pai não estavam mais lá, e ela estava irritada. Suponho que, seja por isso que ela virou uma pessoa tão má.
-FLASHBACK OFF-

Matthew: MEI!
Fui abrindo os olhos devagar, para me acostumar com a luz novamente. Estava amanhecendo. Percebi que eu estava deitada no colo de Matthew.
Matthew: Você está...
Não deixei que ele terminasse a frase.
Meiling: Encontrou Mi-cha?
Matthew: Não. E não se esqueça que Nicholas também desapareceu.
Me levantei depressa.
Meiling: Temos que acha-los. Vamos.
Ele segurou meu braço. 
Matthew: Vamos descansar um pouco, e depois voltamos para o acampamento. Quem sabe eles não estão lá?
Tive que concordar, estava muito cansada para continuar.
Assistimos o nascer do sol juntos. Realmente é lindo.
Não conseguia parar de pensar no que poderia ter acontecido com Mi-cha.
Matthew: Mei...
Meiling: Hã?
Matthew: Está tudo bem, ok?
Ele me abraçou e meus olhos se encheram de lagrimas. Eu estava nervosa, mas não aceitava isso.
Voltamos para o acampamento.
Nicholas estava terminando os curativos em Mi-cha. Arregalei os olhos.
Meiling: Mas... o que aconteceu?
Nicholas se virou para olhar pra mim. Matthew também esperava uma resposta.



Minha mãe já havia ido dormir, e eu fiquei sozinho na sala assistindo o jornal. Peguei a reportagem pela metade, mas parecia que algo sério estava acontecendo na cidade.
Repórter 1: Isto é...
O repórter não conseguiu terminar a frase, pois o local onde ele estava explodiu. Ele morreu ao vivo.
Fiquei um pouco surpreso e assustado, o que diabos estava acontecendo?



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domingo, 2 de junho de 2013

Anjos Caídos - Capitulo 14: Retiro o que disse.

O sino bateu para o intervalo. Mi-cha estava demorando para ir comprar o lanche, não parava de conversar com as outras garotas, então resolvi ir sozinha.
Mi-cha: Eu olhei pra cara dela, não acreditei que ela disse isso pra ele! Fiquei tipo... MEI!
Me virei.
Mi-cha: Aonde você vai?
Falei num tom irônico
Meiling: Vou pra Nárnia. Aonde você acha que eu vou?
Ela ficou pensando por alguns segundos. Pude ouvir risinhos das outras garotas.
Mi-cha: Você vai comprar lanche não é? 
Concordei com a cabeça.
Mi-cha: COMPRA PRA MIM TAMBÉM?
Ela começou a fazer o tal "aegyo". Eu sempre caia nisso.
Revirei os olhos.
Meiling: Tá bom...
As outras meninas vieram correndo.
Uma menina: COMPRA PRA MIM TAMBÉM?
Outra menina: EU TAMBÉM QUERO!
Mais uma menina: AQUI Ó! MEU DINHEIRO! 
Uma outra garota: NÃO ESQUECE DO TROCO!
Acabei tendo que comprar o lanche de todas. Peguei o dinheiro e as fichas, e fui até a cantina.
Comecei a falar num sussurro, para mim mesma.
Meiling: Como aquelas garotas podem ser tão idiotas, meu Deus do céu. 
Escutei uma voz que eu infelizmente conhecia muito bem.
Matthew: Que garotas?
Me virei, e lá estava Matthew, vindo me acompanhar. Não acreditei que ele havia abandonado os amigos, que estavam sentados numa mesa próxima, para vir até mim. 
Meiling: Não te interessa.
Comecei a lembrar do sonho que tive, onde ele era um anjo. As asas dele... eram iguais as do mesmo ser que me salvou há alguns anos.
Matthew: ... Mei? ...
Percebi que estava "sonhando" acordada.
Meiling: O que foi?
Matthew: Eu só queria saber se... 
Ele parou de andar. Parei também. Comecei a ficar impaciente.
Meiling: Se o que Matthew?
Cruzei os braços.
Matthew: Se... você está bem.
Não sabia direito como reagir.
Meiling: Por que não estaria?
Ele pareceu ter ficado surpreso.
Deixei ele lá, e fui comprar o meu lanche e o das garotas. 
Na volta, vi ele sentado em cima de uma das mesas do refeitório  Mais precisamente, onde os amigos dele estavam. Ele estava se divertindo, rindo. Percebi que quando eu passei, ficou me observando.
As meninas estavam sentadas numa roda de carteiras no canto da sala. Quando cheguei, joguei o lanche de cada uma (que estava cada um em uma sacola diferente) da porta para elas pegarem. Eu acertei a mão de todas, mas elas não foram competentes o suficiente para pegar uma sacola se quer.
Sentei numa das mesas que ficava um pouco afastada da roda. Me encostei na parede e comecei a pensar.
Por que ele perguntou se eu estava bem?



Meiling: MATTHEW! 
Ele me ignorou. Estava começando a ficar desconfiada, quando ele finalmente disse algo.
Matthew: Vocês dois.
Ele estava se referindo a Nicholas e a Mi-cha.
Matthew: Conseguem ir para aquelas arvores?
Ele apontou para um local. Mi-cha, mesmo estando muito treinada, não conseguiria. A distancia entre o fogo e a arvore era muita. Ela poderia cair no fogo facilmente. Mesmo assim procurei não julga-la, ela estava me impressionando muito desde que chegamos.
Mi-cha: Não.
Nicholas: Sim.
Todos os olhos foram voltados para Mi-cha.
Matthew não sabia o que fazer.
Nicholas segurou o braço de Mi-cha e saiu correndo. Com o impulso, os dois conseguiram chegar na arvore. Agora só restava eu e Matthew.
Meiling: E agora?
Matthew: Vamos ter que ir até o acampamento. 
Meiling: Mas como? Voando?
Matthew: É claro que não. 
Meiling: Então... como?
Ele ficou pensativo.
Matthew: Precisamos abrir um caminho.
Eu até poderia sugerir um feitiço relacionado a água ou coisa do tipo, mas já sabia que ele diria não, afinal, se isso resolvesse ele já teria sugerido desde o começo.
O fogo começou a se expandir, e logo começaria a queimar nossas coisas.
Matthew: Preciso do seu colar.
Meiling: Se eu conseguisse tirar eu até te daria.
Ele veio até mim e arrancou o colar. 
Meiling: Como você consegue e eu não?
Ele ignorou a pergunta. Jogou o colar no meio do fogo. Um caminho foi aberto.
Meiling: O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? EU GOSTAVA DAQUELE COLAR!
Matthew: Você vai te-lo de volta. Vamos.
Conseguimos chegar até o acampamento sem nos queimarmos. Ele pegou um livro e disse algumas palavras que não consegui identificar. Também não reconheci o livro. O fogo se apagou. 
Matthew: Agora vou procurar aqueles dois.
Meiling: Eu vou dar uma olhada por aqui, ver se está tudo certo e...
Quando percebi, ele já tinha ido. Suspirei.
Era fácil perceber que o fogo estava bem próximo das barracas, elas estavam queimadas mas nada grave. Era só um pouquinho da "porta" mesmo.
Percebi que o livro que Matthew havia me dado estava um pouco queimado nas pontas também. 
Resolvi ir até a barraca de Matthew, queria saber que livro era aquele. 
Quando eu ia procurar, ele chegou com Mi-cha e Nicholas. 
Meiling: Algumas coisas foram meio queimadas, mas nada grave.
Ele pareceu não se importar, apenas jogou o meu colar de volta. Amarrei ele novamente, mas quando fui tentar tirar não consegui. Droga, o que ele fez naquele colar para mim não conseguir tirar?

Uma hora depois:

Devia ser umas duas horas da tarde. Não havíamos almoçado. Estávamos todos sentados no acampamento. Matthew e Nicholas colocavam o papo em dia, e eu e Mi-cha conversávamos sobre o dia anterior.
Nicholas: VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO. NEM PENSE.
Eu e Mi-cha paramos de conversar para prestar atenção neles.
Matthew: Isso já não é mais uma opção.
Nicholas: CLARO QUE É! E AS OPÇÕES SÃO MORRER OU VIVER.
Matthew: Agora não dá mais pra escolher, eu já te disse. Tenho que terminar o que comecei.
Aparentemente, eles não perceberam que eu e Mi-cha estávamos prestando atenção.
Nicholas: Você só pode estar louco! Vai acabar matando todo mundo!
Eu e Mi-cha nos entreolhamos.
Meiling: Por quê?
Os dois olharam para nós. Nicholas não sabia se deveria falar ou não. Eu me levantei.
Matthew: Vai lá cara. Fale de uma vez.
Nicholas respirou fundo e se levantou também.
Nicholas: Matthew quer ir onde não deve.
Meiling: Acho que ele já é bem grandinho, não acha? Ele sabe se cuidar, eu acho.
Matthew começou a rir.
Matthew: Um a zero.
Nicholas: Mas... e o perigo? Isso pode matar todo mundo.
Meiling: O que é a vida sem um pouco de emoção?
Matthew: Dois a zero. Será que Nicholas conseguira virar o jogo?
Meiling e Nicholas: Cala a boca.
Matthew: Ta bom, ta bom. Parei.
Meiling: Eu confio no Matthew. Sei que ele não vai fazer nenhuma besteira.
Matthew pareceu ficar impressionado, mas procurou esconder sua expressão.
Nicholas: Mas...
Meiling: Mas nada.
Matthew: três a zero, parece que temos uma vence...
Ele não conseguiu terminar a frase, por que eu o chutei antes.
Acabou que não treinamos. Só saímos para procurar algo para comer e pronto. Parecia que Nicholas ia nos acompanhar até o fim dessa "batalha".
Escureceu, ficamos conversando mais um pouco e fomos dormir.


De madrugada:

Eu estava tendo uma boa noite de sono, até que alguém me acordou. Não reconheci a pessoa de primeira.
Alguém: Mei.
Achei que era Mi-cha.
Meiling: Me deixa dormir, só mais um pouco.
Alguém: MEI! ACORDA!
Meiling: Que saco. 
Olhei para fora da barraca (que estava aberta) ainda deitada, era noite. Percebi então que não era Mi-cha, era Matthew.
Meiling: Ma-Matthew?
Matthew: Surpresa.
Meiling: É de madrugada não é? O que você quer a essa hora?
Matthew: Ah... eu quero muitas coisas... Mas não vim aqui pra isso. Nicholas sumiu, e parece que Mi-cha também.
Me levantei e sai da barraca. Ele me seguiu.
Meiling: Lembra quando eu disse que você conseguia se cuidar sozinho? Retiro o que disse.
Fui até o lago, mas eles não estavam lá.
Matthew: Viu?
Meiling: Mas aonde eles se meteram?
Matthew: Se eu soubesse não teria te chamado pra me ajudar a procurar.
Revirei os olhos.



O sino para o intervalo bateu, e eu e meus amigos resolvemos ficar na cantina. 
Vi Meiling passar, e fiquei em duvida se eu devia ir falar com ela ou não. Resolvi ir.
Ela estava falando sozinha.
Meiling: Como aquelas garotas podem ser tão idiotas, meu Deus do céu. 
Matthew: Que garotas?
Ela se virou. Não gostou da minha presença.
Meiling: Não te interessa.
Ela voltou a andar. Comecei a acompanha-la.
Matthew: Você da medo. Deve ser por isso que nenhum garoto gosta de você. Enfim, não estou aqui para te dizer isso. Eu só queria saber se...
Percebi que ela não estava prestando atenção.
Matthew: ...Mei...?
Ela acordou.
Meiling: O que foi?
Fomos desacelerando o passo.
Matthew: Eu só queria saber se...
Paramos.
Meiling: Se o que Matthew?
Ela estava ficando impaciente.
Matthew: Se... você está bem.
Percebi que ela ficou sem saber como reagir.
Meiling: Por que não estaria?
Ela se virou e foi para a cantina comprar o lanche. Voltei para a mesa onde estavam meus amigos. Quando ela passou para voltar para a sala, fiquei a observando.
Fiquei pensando, se ela se importaria no futuro.



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